15 de nov de 2017

Quinta do Vallado em muito boas mãos

Alessandro Petto


A Quinta do Vallado ( 1716) e uma das mais tradicionais vinícolas do Douro e participante ativo dos Douro Boys, mas no Brasil sempre pularam de galho em galho tentado encontrar um importador que trabalhasse sua marca como uma referência dos vinhos dourenses. Isto ocorreu em 2013 quando encontraram o que tanto buscavam! A PPS uma jovem importadora que nasceu especificamente para divulgar e comercializar a sua marca. Alessandro Petto que já trabalhou no mundo do vinho anteriormente é um dos sócios da importadora junto com Tiago Soares. Durante estes quatro anos a importadora não só conseguiu superar suas metas estabelecidas, mas expandiu suas operações mesmo durante difícil período marcado pela crise econômico e política brasileira. Hoje traz também os vinhos Dona Maria de Júlio Bastos, Sordo do Piemonte, Poggio Bonelli, e Collemattoni da Toscana, e promete mais surpresas para o próximo ano. Na semana passada Alessandro reuniu um grupo de jornalistas para apresentar as novas safras  da Quinta do Vallado em descontraído almoço em São Paulo do qual tive o prazer de participar.

Na ocasião provamos:
Quadrifolia Douro Branco 2015 um corte de Moscatel Rabigato e Códega feito especialmente para o mercado brasileiro R$ 65
Vallado Touriga Nacional Rosé 2016 Um vinho frutado com acidez cortante que agradou demais R$ 99
Quinta do Vallado Reseva Douro Branco 2015 – Corte de Gouveio Rabigato e Arinto. Um vinho muito fresco mas com maior estrutura e final de boca complexo trazendo abacaxi maduro e baunilha. R$ 199
Quinta do Vallado Reserva Field Blend 2014 – Elaborado com uvas de vinhas velhas mescladas. Muita complexidade olfativa combinando co um tripé perfeito entre acidez, taninos e álcool. Pronto para ser tomado mas promete longa guarda R$ 333
Quinta do Vallado Tinta Roriz 2014 –Vinho com aromas balsâmicos, frutas negras , e toque tostado. Na boca quente, suculento, e ainda precisando afinar arestas de sua juventude, outro que promete entregar ainda mais no futuro. Vinho de guarda R$ 485

Quinta do Vallado Vinha da Coroa 2015 – Elaborado com uvas de vinhas velhas do vinhedo Vinha da Coroa. Um vinho com envelope olfativo muito complexo predominando aromas florais e frutados, mas quando chega na boca fresco , elegante delicioso. R$ 650

Quinta do Vallado Porto Tawny 10 anos (Garrafa de 500 ml) – Um vinho fino marcado pelos figos secos, laranja confitada e toque de nozes, na boca, muito vibrante, e longo R$ 250
Quinta do Vallado Porto Tawny Reserva (Garrafa de 750 ml) Um vinho rico, frutas secas, frutas negras, especarias e tostado. Na boca, mais gordo, encorpado, cremoso e muito longo. R$ 470

Se nunca tomou um Quinta do Vallado faça isto agora, garanto que você vai querer ter sempre uma garrafa em sua adega


PPS Importadora : Site- www.ppsimportadora.com.br  - Fone (011) 3885 6268

9 de nov de 2017

FINA uma jovem siciliana

Carla da Mercovino e Frederica Fina


A Fina é uma jovem vinícola familiar siciliana localizada na conhecida cidade de Marsala,  e que iniciou suas atividades em 2005. De propriedade de Bruno Fina a vinícola produz vinhos certificados como IGT Biológico. A vinícola possui  380 hectares de vinhedos próprios e as principais uvas por eles plantadas  são: Uvas brancas - Autoctonas: Grillo, Zibibbo ou Moscato di Alessandria. Internacionais: Chardonnay, Sauvignon Blanc, Traminer, Viognier.
Uvas tintas - Autoctonas: Nero d’Avola, Perricone. Internacionais: Cabernet Sauvignon, Merlot, Petit Verdot, e Syrah.
Produzem por volta de 300 mil garrafas ano distribuídas em 14 rótulos
Frederica Fina filha de Bruno e responsável pela área de marketing da empresa esteve no Brasil nesta semana apresentando seus vinho através de sua importadora no Brasil, a Mercovino. Na ocasião provamos os seguintes rótulos:



Kebrilla 2015 – Varietal 100% Grillo, 13,5% de álcool, com passagem de 20% do volume por barricas e 80% em tanques de aço inox. – R$ 90

Makisé Espumante – Varietal 100% Grillo com 12% de álcool – R$ 91

Kiké 2015 – Corte de Traminer com Sauvignon Blanc , 13,5% de álcool sem passagem por madeira – R$ 107

Fina Perricone 2015 – Varietal 100% Perricone , 13,5 de álcool, sem passagem por madeira, - R$ 97

Fina Nero D’Avola 2014 – Varietal 100% Nero D Avola com 14% de álcool, sem passagem por madeira – R$ 99

Bausa 2012 – Varietal 100% Nero D’Avola com 14% de álcool e passagem de 18 meses por barricas – R$ 150


Caro Maestro 2012 – Corte de Cabernet Sauvignon, Merlot e Petit Verdot, com 14% de álcool e passagem de 24 meses por barricas –R$ 197

El Aziz – (Vinho de sobremesa) – Varietal 100% Grillo  com 14% de álcool e sem passagem por madeira – R$ 153.


Vinhos muito agradáveis que atenderão desde os apreciadores de vinhos mais estruturados como o Bausa e o Caro Maestro, como os vinhos mais delicados e fáceis de beber como o Perricone, e o Kiké. Particularmente me agradaram  demais o Kiké, um vinho mineral, fresco, seco, e elegante cujo nome homenageia nossa apresentadora do dia Frederica. Outro vinho que me enccantou foi o Perricone um vinho moderno fresco direto , com um toque de grafite que em muito me lembrou dos bons Cabernet Franc do Loire, além de ter uma ótima reação custo benefício. Para finalizar gostei bastante o Caro Maestro o qual já havia provado no ano passado, mas que desta vez me agradou ainda mais por estar menos pesado, e estar com um balanço de acidez, taninos e álcool bem harmonioso. Sem esquecer o El Aziz delicioso viho de sobremesa com aromas de flor de laranjeira e damasco, sem o dulçor exagerado que costuma marcar este tipo de vinho.
Os vinhos da Fina são trazidos ao Brasil pela Mercovino


Mercovino – Site: www.mercovino.com.br  - Fone ( 011) 3841 9448

4 de nov de 2017

Cos D' Estournel um verdadeiro ícone



Saint Estèphe tem um palácio persa que abriga um dos ícones dos vinhos de Bordeaux, o Cos D’ Estournel fundado em  1811 por Louis Gspard D’Estournel e que em sua longa história passou por diversas mãos até chegar nos dias de hoje a Michel Reybier  conhecido empresário do ramo hoteleiro que adquiriu a propriedade no ano de 2000. A vinícola conta com 80 hectares de vinhedos plantados sendo 70% deles da variedade Cabernet Sauvignon, e o restante de Merlot e Cabernet Franc e Petit Verdot. Estes vinhedos estão divididos em  75 parcelas, cada uma delas gerenciadas por gerentes responsáveis diferentes. Seus vinhedos com mais de 35 anos são utilizados para elaborar seu primeiro vinho o “Cos D’Estournel”, ficando o restante das uvas vão para o segundo vinho da casa o “Les Pagodes de Cos”. 
No mês passado tive a oportunidade de participar de uma apresentação dos vinhos da Cos D’Estournel comandada pelo seu diretor Charles Thomas, a convite de sua importadora no Brasil a dinâmica Grand Cru. Na data provamos: Les Pagodes 2010, - Les Pagodes 2011, e o Cos D’Estournel 2012. Vamos a minhas anotações de cada um dos vinhos provados:


Les Pagodes de Cos 2011- Corte com 65% Cabernet Sauvignon, 33% Merlot e 1% Cabernet Sauvignon, e 2% Petit Verdot, com passagem de 12 meses por barricas, e 14% de álcool. - Violáceo, alta concentração sem halo. Olfativamente balsâmico, toque floral lembrando pétalas de rosa, ligeiro tostado, e especiarias. Na boca, acidez refrescate, ótima estrutura, taninos delicados ainda presentes, bom corpo, retrogosto com fruta vermelha com ligeira evolução e pimenta. Thomas nos confidenciou que esta safra foi atípica devido problemas climatológicos, onde se utilizaram uvas originalmente destinadas ao Cos  por estas não terem o padrão requerido para o primeiro vinho. R$ 779

Les Pagodes de Cos 2010  - Corte com 62% de Cabernet Sauvignon e 38% de Merlot, com passagem de 12 meses em barricas, e 14% de álcool. – Rubi com reflexos violáceos, alta concentração de cor, sem halo. Frutas negras maduras, grafite, mineral, e toque de rosas. Na boca, ótima acidez, mais vivido, direto, corpo médio para amplo, final de boca frutado com toques de grafite. Um vinho mais fresco, com frutas limpas, delicioso.
– R$ 899

Cos D’Estournel 2012 – Corte com 75% de Cabernet Sauvignon, 22% Merlot, 2% Cabernet Franc, e 1% Petit Verdot , com passagem de 18 meses por barricas sendo 80% novas, e 14% de álcool. – Violáceo, extra tinto, sem halo. Vinho austero, frutas negras frescas, amora, grafite, especiarias, alcaçuz, e café. Ótima acidez, estruturado, taninos finos ainda presentes,  encorpado, final cereja, amora e tostado. Vinho ainda jovem pedindo pelo menos mais 10 anos de garrafa. R$ 2099. A importadora conta com outras safras como a 2010 a R$ 4.099, e a 2011 a R$ 1.999.

Tomar um vinho do Cos D’Estournel é sempre uma experiência única.


Grand Cru: Site www.grandcru.com.br – Fone 0800 777 8558  

22 de out de 2017

Premium e seus surpreendentes neo zelandeses



No Brasil quando falamos de vinhos da Nova Zelândia temos uma certeza: O padrão de qualidade de seus produtos é sempre muito alto, mas por outro lado o preço não é o que o grande público consumidor está disposto a pagar. A consequência se torna muito previsível com o volume de vendas não sendo grande e seu público cativo ser formado basicamente por conhecedores que dão valor sua alta qualidade, ou de consumidores mais abastados e abertos a novas experiências. A Nova Zelândia entrou na história elaborando vinhos com a francesa Sauvignon Blanc  que se destacaram por serem muito minerais e por terem fruta com um ligeiro dulçor que imediatamente entrou no gosto dos consumidores do mundo inteiro especialmente nos EUA, mas na ocasião  seu baixo custo também foi fundamental com vinhos sendo vendidos na faixa de até USD 10 o ajudou ainda mais na divulgação desta nova região produtora. Com o passar do tempo alguns destes vinhos permaneceram mantendo seu bom custo benefício, mas a maioria incrementaram ainda mais sua qualidade e logicamente seus preços também cresceram . Particularmente os Sauvignon Blanc neozelandeses sempre me agradaram mesmo com seu marcado dulçor de fruta que os caracterizava, hoje provando as novas gerações me encanta sua mineralidade pronunciada sem aquelas notas doces, o que os tornam vinhos não tão fáceis para o público em geral, mas uma referência para os apreciadores deste estilo. Mas a coisa não parou por ai pois foram lançados maravilhosos Pinot Noir que em minha modesta opinião se rivalizam com bons  Borgonhas, e mais recentemente alguns Syrah que certamente farão história. Nesta semana que passou tive o privilegio de ser convidado para um evento organizado pela Premium (pioneira desta origem e detentora do maior número de rótulos neozelandeses no Brasil) que teve o objetivo de anunciar algumas mudanças no portfólio devido a chegada de novas safras e produtores. A apresentação ficou a cargo do competente Jorge Lucki que recentemente fez uma ampla viagem pela Nova Zelândia e dividiu conosco suas experiências.
Algumas informações que achei interessante reproduzir para vocês: O País exporta 86% dos vinhos que produz, sendo seus principais importadores USA 29%, Reino Unido 24% , Austrália 22%, China 7% .
A Nova Zelândia possui 37 mil hectares plantados com vinhedos dos quais 22 m só de Savignon Blanc. As brancas representam 78% da área plantada.

Vinhos provados

Na prova guiada por Jorge Lucki:

- Hunter’s Kaho Roa Sauv Blanc 2016 - R$ 216 (Novo)

- Ata Rangi Sauv Blanc 2016 - R$ 227 ( Novo)

- Trinity Hill Homage Syrah 2014 - R$ 1.023


- Ostler Carolines Pinot Noir 2015 - R$ 284

- Burn Cottage Pinot Noir 2015 - R$ 682  

- Rippon Mature Vine Pinot Noir 2013 - R$ 546

Um painel de altíssima que mostrou o grande potencial dos vinhos neo zelandeses,  mas devo admitir que meu coração ficou com os dois últimos, especialmente  do Burn Cottage, sensacional

Outros vinhos provados:


- Burn Cottage Moonliht Pinot Noir 2015 – R$ 500
- Rippon Mature Vine Riesling 2015 – R$ 306
- Rippon Mature Vine Gewustraminer 2015 – R$ 306
- Osler Blue House Pinot Noir 2015 – R$ 284
- Pegasus Bay Riesling 2012 – R$ 343
- Espumante Hunter’sMiru Miru Reserve 2010 - R$ 256
- Ata Rangi Pinot Noir 2015 – R$ 682
- Clearview Sauv Blanc Reserve 2014 – R$ 300
- Clearview Chardonnay Reserve 2014 – R$ 511
- Fallen Angel Sauv Blanc 2016 – R$ 284
- Fallen Angel Riesling 2016 – R$ 2016 – R$ 250

Por aqui devo destacar o surpreendente espumante Hunter’s, o Ata Rangi Pinot Noir, o Clearview Chardonnay, e o Fallen Angel Sauv Blanc.
 Parabéns a Premium pela magnífica seleção de produtores e por continuar apostado suas fichas nesta pouco divulgada origem.


Premium: Site - www.premiumwines.com.br – Fone (011) 2574 8303

19 de out de 2017

Vinci comemora 10 anos de vida


Comemorar 10 anos de um negócio no Brasil deve ser considerado um sucesso, ainda mais quando o tema é vinho. A Vinci uma das importadoras do pioneiro Ciro Lilla está comemorando seu feito e para tanto organizou um dia inteiro de provas de parte de seu amplo portfólio. Prestigiei o evento e entre os diversos vinhos provados separei aqueles que mais me marcaram. Vamos a eles:


Champagne Cuvée de Reserva Grand Cru Brut  - Blanc de blanc 100% Chardonnay de R$  438- Um champagne surpreendente com  mousse generosa, perlage intensa e delicada . Olfativamente marcada pelas leveduras, nozes, e frutas amarelas maduras. Na boca, potente, fresca, e vibrante com final de boca  confirmando as leveduras. 92




Sancerre Comte Lafond Blanc 2013 - Varietal 100%  Sauvignon Blanc  de R$ 270 -Um jardim de flores brancas , mineral, pedra molhada e lança perfume. Na boca, acidez cortante, seco, meio de boca generoso, final marcado por frutas brancas azedas, floral, e toque mineral 90

Bairrada Frei João Classico Branco 2015. - Um corte de  Cercial e Bical  de R$ 241- Nariz extremamente cítrico, com  leve oxidativo, e ponta mineral. Alta acidez, corpo médio, bem fresco e salino com final de boca lembrando limonada sem  açúcar.  89

Elisas Dream  Open Barrel Tannat 2011 . Varietal 100% Tannat do Uruguai de R$  309  Rubi concentrado, sem halo. Frutas negras azedas, pimenta e floral. Boa acidez taninos presentes,  mas bem resolvidos, corpo amplo, retrogosto frutado e alcaçuz  88


Imperial Gran Reserva 2009 - Um corte de Tempranillo, Graciano de R$ 683. - Uma preciosidade que vai precisar de mais 10 anos de garrafa para quem quiser toma -lo no seu auge . Vinoso, framboesa tostado, sem halo, potente,boa acidez, ainda alcoólico e bem frutado e com taninos a serem arredondados 89




Quinta do Poço do Lobo  Reserva 2011  Um Bairrada, corte de Baga, Cabernet Sauvignon, e Touriga Nacional  de R$230 – Rubi, extra tinto, frutas negras maduras, e violetas. Na boca ainda tânico, rústico, duro, mas com muito potencial de guarda também gostaria de toma-lo com mais uns 8 anos de garrafa .90 

I Soldi di San Niccoló 2010  Um supertoscano com Sangiovese  e Malvasia Nera de R$ 598 . Um vinho exuberante marcado pelas violetas, frutas negras maduras,  sottobosco, e leve funghi . Ótima acidez, taninos presentes, corpo médio, final de boca extremamente gastronômico. Este vinho me surpreendeu mesmo sabedor que este produtor é garantia de alta qualidade.92



Chateauneuf du Pape Clos de Oratoire 2012 Corte de Grenache e Syrah de R$ 456 - Frutas negras azedas, tostado, e grafite. Ótima acidez, taninos finos, picante, vivo, final  de boca deliciosamente frutado 91 

Dolcetto D’Alba Bera 2013 de R$ 96 - Vinho com aromas balsâmicos, frutas vermelhas azedas,e herbáceo.  Ótima acidez, taninos presentes, corpo médio, final de boca fresco e gastronômico,  vale quanto custa 88

Dão Porta dos Cavaleiros 2012 - Corte de Touriga Nacional, Tinta Roriz, e Afroxeiro  de R$  72 - Violetas, leve tosta. Ótima acidez, ainda tânico, corpo médio, final gastronômico. Este é certamente uma boa dica de vinho de bom custo benefício 87

Flying Solo Gayda 2015 – Corte de Grenache e Syrah – R$ 90 - Frutas azedas, floral,  toque mineral. Acidez intensa, taninos delicados, final de boca fácil. Para apreciadores de vinhos naturebas mais leves e fáceis de beber.





Fontodi Chianti Classico2010  - Varietal 100% Sangiovese R$ 287  - Rubi indo para granada. Violetas, frutas vermehas maduras, sottobosco leve menta. Na boca ótima acidez,  corpo médio, taninos finos presentes, retrogosto votando às frutas vermelhas maduras, ao terroso e toque de funghi . Fresco, estruturado, um vinhaço 91




Minevois  Hecht & Bannier  2014 – R$  102 - Rubi extra tinto sem halo. Fruta azeda, tostado, alcaçuz. Na boca, boa acidez taninos firmes, intenso, direto, final de boca agradavelmente frutado 88 

Morgadio da Calçada Tinto 2014  Corte de Tinta Amarela, Tinta Barroca e Souzão. – R$ 188 – Violáceo, média concentração, sem halo. Vinoso,frutas negras confeitadas , grafite e mineral. Leve ,fresco, taninos ainda presentes, parece natureba . Uma novidade que agradou demais  88 

Parabéns Vinci, vida longa !


Vinci – Site: www.vinci.com.br – Fone (011) 31304500