27/05/2012

Monte Bello a elegancia da California





Esta semana estive na regiao de Napa e de Cupertino  na California, sendo minha primeira visita a  Ridge Vineyards  onde  entrevistei  seu enologo e proprietario Paul Draper, A Ridge e uma das vinicolas californianas que estiveram presentes no famoso Julgamento de Paris, e que teve seus vinhos comprados por Spurrier para a prova por terem estilo bem em linha com os vinhos da Bordeaux.  Seus vinhos ainda sao produzidos da mesma maneira, que os antigos Bordeaux, o que chamamos de vinho da epoca pre-industrial, marcados peso  baixo teor de alcool, alta acidez , e taninos finos e doces, e com otimo  potencial de guarda,  assim sao os badalados Monte Bello,  vinhos icones  da casa  que seguem este estilo desde 1969 quando Paul foi contratado pela  Ridge.

Entre os vinhos provados meu destaque foi  para os Monte Bello Cabernet Sauvignon 1995 comprovando o citado potencial de guarda do vinho.

Ridge Monte Bello Cabarnet Sauvignon 1995 – Corte  com 69% Cabernet, 18% Merlot, 10% Petit Verdot, e 3% Cabernet Franc com 13% alcool. – Granada, media concentracao, last halo. Frutas maduras, framboesa, couro, sottobosco, pimenta preta,terroso,  ligeiro toque de evolucao. Otima acidez, suculento, taninos finos, elegante, retrogosto frutado com delicioso toque de evolucao e terroso. Muito vivo para um vinho com 17 anos - Nota 92/100


Ridge Vineyards - www.ridgewine.com

24/05/2012

Clos du Val um americano de muita guarda




Estive hoje na famosa “ Clos du Val “ uma daquelas vinicolas que participaram do historico Julgamento de Paris de 1976 ficando em sexto lugar entre dez, mas que atingiu a primeira posicao na versao de 1986 e em 5 lugar na degustacao comemorativa dos 30 anos do mesmo evento,e  todos eles realizados com os vinhos da mesma safra da degustacao inicial que no caso da Clos du Val foi um corte bordales de 1972. A vinicola foi fundada em 1972 por dois  franceses, John Goelet and Bernard Portetes,  que decidiram investir em Napa Valley para produzir vinhos com caracteristicas similares aos vinhos de Bordeaux, no distrito Stag’ s Leps. Durante a visita tive a oportunidade de provar 7 vinhos : Um Chardonnay 2009,um Pinot Noir 2009, um Merlot 2009, um Cabernet Sauvignon 2009, um Cabernet Sauvignon Stag’ s Leap District 2008, outro CS Steag’ s Leap 1992, e um CS Reserva 1979.  Particularmente entre os vinhos mais basicos gostei mais do Merlot, mas os 3 do distrito de Stag’s Leap foram realmente fantasticos, vamos a eles:

Clos du Val 2008 Cabernet Sauvignon Stag’s Leap District – Um corte 84$ Cabernet e 6% Merlot , com passagem de 24 meses em barris franceses sendo 50% novos. 13,5% alcool. Producao anual  2 mil caixas, preco nos EUA USD 80,00 – Rubi, indo para granada, sem halo. Frutas negras maduras, cassis, pimenta preta, delicado tostado. Otima acidez, taninos finos, boa estrutura, fnal de boca maduro, com toque de balsamico.  90/100

Clos du Val 1992 Cabernet Sauvignon Stag’ s Leap District – Preco nos EUA  USA 140,00 – Granada, ralo, leve halo. Cassis,fruta evoluida delicada, pimenta preta, toque herbaceo, tostado agr davel. Alta acidez, taninos finos, corpo medio, persistencia longa, retrogosto frutado . Muito vivido para a idade e certamente em seu auge, acho que ainda aguenta uns 5 anos. 92/100

Clos du Val 1979 Reserva Cabernet Sauvignon Stag’ s Leap District – Preco nos EUA  USA 260,00 – Granada,media concentracao, halo de evolucao. Ameixa, tostado, terroso, tabaco, cafe.  Alta acidez, taninos finos, suculento, bom corpo, final de boca marcado por aromas empireumaticos . Incrivel ver um vinho americano com esta idade e ainda bem vivo, pena esta safra estar marcada por um pequeno excesso de madeira pois o vinho esta impecavel e se depender da acidez e taninos  e alcool, pode durar ainda mais tempo. O problema e que perdeu a fruta. 90/100

Clos du Val - www.closduval.com

14/05/2012

Moss Roxx Zinfandel 2007




Visto estar de férias nos EUA vou postar alguns vinhos que tive a curiosidade de provar por aqui, sendo todos de aquisição em supermercados ou lojas especializadas em vinho. Como apreciador de um bom Zinfandel o primeiro vinho escolhido foi exatamente um desta variedade que eu nunca havia tido a oportunidade de provar
Moss Roxx Zinfandel 2007 – Ancient Vine – Lodi – Vinho elaborado pela OAK Ridge Winery localizada entre  Sierra Nevada e San Francisco Bay. Corte de 93% Zinfandel e 7% Petit Shiraz 14,5 de álcool. Rubi, média concentração leve halo. Olfativamente frutado, framboesa, cassis, balsâmico, pimenta preta e chocolate. Na boca, bem macio, acidez correta, taninos muito finos, corpo médio, persistência longa, pontinha a mais de álcool, e retrogosto frutado com toque  tostado. Um vinho característico do estilo novo mundo, pronto, muito agradável de tomar , mas que ainda está um pouco jovem. Para mim faltou um pouco de tipicidade. OBS safras abaixo de 2007 já são difíeis  de achar em supermercados. USD 25,00 -  Nota 87/100

09/05/2012

Estou de luto morreu mais um sonho

 
Segue abaixo o desabafo de Carlos Arruda idealizador do blog Academia do Vinho em seu sonho de divulgar o vinho brasileiro Morreu o  SITE DO VINHO BRASILEIRO, mais uma história triste nestes dias turbulentos do vinho nacional.
 Cinco anos após o lançamento do Guia dos Vinhos Brasileiros (2001), a Academia do Vinho decidiu novamente investir esforços na divulgação do vinho brasileiro, usando o prestígio alcançado pelo site.

O momento era propício -2006– com o espumante brasileiro conquistando vitórias no exterior, muitas vinícolas consolidando sua atuação com lançamentos de vinhos premium, e as regiões da Serra Catarinense e Serra do Sudeste despontando como promessas de qualidade.

Naquele momento, a seção Brasil da Academia era a única fonte de consulta sobre as regiões vinícolas de nosso país, mostrando inclusive muitas vinícolas e seus vinhos.

A notoriedade do site, com milhares de links apontando para nosso endereço, levou diversos sites internacionais a apontar para ela como importante espaço de estudo, pois era a única fonte aberta disponível sobre o assunto – vinho brasileiro.

Na época o IBRAVIN estava evoluindo sua atuação junto à comunidade vinícola gaúcha, com o lançamento do Cadastro Vitícola do Rio Grande do Sul, publicação técnica em CD-ROM com um levantamento extensivo de nossa produção vitivinícola.

Como essa entidade ainda não possuía um site com informações sobre o vinho brasileiro para os consumidores, propusemos a eles a montagem e operação de um site completo, que passaria a ser o site oficial de nossa vinicultura. Seria uma união de forças para a informação do consumidor, ainda bastante preconceituoso com nossos vinhos.

Essa proposta foi apresentada oferecendo toda a montagem técnica e inserção de conteúdo bancada pela Academia, cabendo ao IBRAVIN apenas um custo mensal de manutenção editorial do site.

Vários meses se passaram e nos nossos contatos constantes com a diretoria do IBRAVIN ouvimos que eles gostaram muito do projeto e também confessaram sua total impossibilidade financeira para a realização do site, devido à omissão do governo do RS nos repasses dos recursos do Fundo Vitis, verba única de operação da entidade.

Vimos o IBRAVIN reduzir drasticamente o quadro de funcionários por falta de dinheiro...

Como forma de viabilizar o projeto, propusemos a montagem do site com nossos recursos, conforme previsto e a criação de um fundo de manutenção composto por uma taxa simbólica mensal de participação, paga pelas vinícolas que desejassem participar do site.

O projeto previa toda a gerência de conteúdo sobre vinícolas e regiões, premiações em concursos, a publicação de editoria de notícias e eventos e também a sinergia com o turismo ligado ao vinho.

O IBRAVIN entraria apenas com seu apoio institucional junto à comunidade vinícola, avalizando nossa proposta e garantindo o acompanhamento do conteúdo publicado.

A proposta foi imediatamente aceita.

Investimos então dinheiro, tempo e energia à concretização desse projeto.

Partimos para uma série de visitas às regiões da Serra Gaúcha e Planalto Catarinense, onde fizemos contatos com associações e vinícolas, apresentando o projeto completo e recebemos de todos que visitamos os maiores elogios à iniciativa.

A figuração das vinícolas teria o custo simbólico de mensal de R$ 39,00.

Uma de nossas viagens coincidiu com a Avaliação da Safra de 2006, onde fizemos novos contatos com vinicultores e entidades.

Terminamos essa jornada com amplo apoio ao conceito do projeto e o compromisso de participação de 94 vinícolas.

O grupo de Santa Catarina – ACAVITIS - não efetivou a participação naquele momento e nunca o fez, por motivos (quase) desconhecidos.

De outubro 2006 a janeiro 2007 nos dedicamos integralmente à montagem técnica do projeto e à reunião de informações sobre regiões, vinícolas, concursos e entidades.

A publicação de notícias e eventos sobre vinho no Brasil já era um dos pontos fortes do site Academia do Vinho e intensificamos a pesquisa de matérias sobre o vinho brasileiro.

Nesse mesmo período começou a divulgação da Fenavinho 2007, a ser realizada em fevereiro, e contribuímos gratuitamente para esse evento com um anúncio na capa do site Academia do Vinho durante vários meses.

Em janeiro recebemos o contato do Vice-Presidente de Marketing da Fenavinho, Diego Bertolini, que manifestou grata surpresa por verificar que quase 50% do tráfego do site do evento provinha da Academia do Vinho.

Como forma de agradecimento, a feira nos oferecia espaço para divulgar nosso trabalho.

Revelamos então nosso projeto para o Site do Vinho Brasileiro e ele ficou bastante empolgado com a idéia de fazermos o lançamento na Fenavinho.

Passamos a trabalhar para essa data.

O IBRAVIN não concordou em usarmos o seu endereço na internet “Vinhos do Brasil” e também em tratarmos nosso site como oficial, claramente desvinculando nosso trabalho da entidade. Assim sendo, definimos o projeto como Site do Vinho Brasileiro.

O lançamento na Fenavinho conforme previsto, no dia 2 de fevereiro, contou com a presença de autoridades e vinicultores (não muitos).

Nesse momento tínhamos mais de 90 vinícolas publicadas, todas as regiões com mapas e informações, um importante rol de notícias e eventos da vinicultura nacional e a alusão explícita das parcerias oficiais com o IBRAVIN e a Embrapa Uva e Vinho.

De imediato o Site do Vinho Brasileiro se mostrou a única fonte completa de informações sobre a vinicultura nacional e logo se tornou muito visitado, graças à força de divulgação da Academia do Vinho.

Os esforços pessoais e financeiros para essa realização foram gigantescos e o único caminho possível era investir ainda mais para o crescimento do projeto, acreditando no suporte dado pela comunidade vinícola e na promessa do IBRAVIN de contribuir financeiramente para a manutenção do projeto quando sua situação se normalizasse pela volta do repasse do Fundo Vitis.

Um mês depois do lançamento, emitimos a primeira cobrança geral para as vinícolas participantes. Para nossa surpresa, das mais de 90 vinícolas com quem havíamos firmado acordo, apenas 36 mantiveram seu compromisso de participação.

Das restantes ouvimos diversas explicações, variando entre “nunca combinamos nada” até “não temos condições de participar”.

Um vinicultor de terno e sapatos italianos e uma Mercedes Benz estacionada chegou a pedir um “desconto” sobre os R$ 39,00.

Começamos a descobrir que, ao contrário dos nossos princípios, para muitos daquele setor os apertos de mão são apenas cordialidades, não significam compromisso.

Perante tamanha decepção, percebemos que nosso investimento seria impossível de recuperar em curto prazo (se fosse algum dia) e que a manutenção de todo o trabalho editorial não seria nem minimamente remunerada.

Ainda assim decidimos levar adiante o projeto, confiando em uma mudança de postura, na adesão progressiva das vinícolas contatadas anteriormente e de outras emergentes.

Teimosos? Cegos? Preferimos nos autodenominar otimistas.

Importante lembrar que o Site do Vinho Brasileiro não tem e nunca teve nenhuma forma de publicidade, para ser uma fonte institucional de informações totalmente isenta.

Todas as vinícolas, desde a menor e estritamente familiar até a holding internacional, dispunham do mesmo espaço de divulgação, com o mesmo destaque, a mesma possibilidade de expor seus produtos, notícias e prêmios, pelo mesmo preço.

O tempo passou e mantivemos nosso Site do Vinho Brasileiro em operação como uma forma de suporte e incentivo ao Vinho Brasileiro, defendendo nosso sonho de contribuir para a desmistificação e queda do preconceito esse produto.

Temos plena consciência da importância da nossa atuação na mudança da postura do público nesses 5 anos.

Conquistamos uma média de 870 visitas diárias e a 8ª posição no Google para a consulta [vinhos].

Nesse ínterim diversas vinícolas abandonaram o projeto, alegando “corte de verbas” e “ausência de resultados” e algumas poucas ingressaram.

Temos pena de uma empresa que não pode investir 39 reais mensais em divulgação. Melhor fechar as portas...

Nosso agradecimento especial a Ademir Brandelli, proprietário da vinícola Don Laurindo, primeira empresa que "comprou a idéia", acreditou no potencial deste projeto e nos enviou material completo para figuração.

Enquanto isso, o IBRAVIN mantinha sua pressão junto ao governo do RS para conseguir as verbas de atuação definidas oficialmente, então suspensas devido à caótica situação financeira do estado.

Em todos os frequentes contatos reiteramos junto ao IBRAVIN nossa dificuldade em manter o projeto em operação com a baixa participação das vinícolas e ouvimos do Diretor Executivo Carlos Paviani que “o momento certamente chegará para os apoiarmos”.

O jovem e empolgado Gerente de Marketing da entidade, recém empossado, nos externou a necessidade do instituto de ter um site oficial para o vinho brasileiro e nos garantiu que quando tivessem recursos nosso projeto seria absorvido e nosso trabalho passaria a ser utilizado no site Vinhos do Brasil.

Uma proposta para essa atuação foi solicitada e enviada prontamente, apresentando uma disponibilidade em aberto para nossa participação dando continuidade à divulgação do Vinho Brasileiro.

Quando os repasses de verbas se normalizaram, nenhuma dessas promessas foi cumprida, nossos contatos foram respondidos laconicamente e as campanhas milionárias do Vinhos do Brasil foram ao ar.

Tivemos então a certeza de que ali os apertos de mão são apenas cordialidades, não significam mesmo compromisso.

Parece que tudo (marketing, design, holofotes, colunas sociais, celebridades) é mais importante do que realmente fazer um trabalho sério e completo de divulgação do vinho brasileiro.

O site Vinhos do Brasil se tornou uma plataforma publicitária patética e as poucas informações ali presentes sobre nossa vinicultura de forma nenhuma representam a vinicultura nacional. É um desserviço ao verdadeiro universo dos vinhos do Brasil divulgar essa plataforma, tanto no Brasil como no exterior. É um resumo pobre e medíocre da enorme diversidade de nossa produção.

O mapa das regiões vinícolas brasileiras ali apresentado foi montado sobre a base cartográfica fornecida pelo Site do Vinho Brasileiro, então solicitada pelo staff do IBRAVIN. Não há sequer o crédito pela imagem.

Dinheiro não lhes falta para fazer um trabalho primoroso. As campanhas apresentadas escoam verbas pelo ralo. As agências de publicidade devem estar rindo de orelha a orelha.

Conhecimento técnico nós oferecemos, mas foi desprezado em favor de outras prioridades, sabe-se lá quais.

Nosso trabalho foi desprezado e não fizeram nada nem minimamente parecido. Uma pena.

É por absoluta incapacidade de manter esse projeto em atividade que finalmente abrimos mão desse sonho que virou pesadelo.

O trabalho é lindo, mas como já diziam nossas avós, beleza não põe a mesa.

Manter a atualização exige tempo e dedicação, que hoje pagamos para fazer. Infelizmente temos contas a pagar, não dá para viver de formosura.

Nesse momento em que decidimos encerrar a operação do Site do Vinho Brasileiro temos apenas 17 vinícolas participantes, às quais agradecemos vivamente o apoio:

Adega Chesini, Aurora, Botticelli, Casa Valduga, Cave de Amadeu, Cordilheira de Sant`Ana, Dal Pizzol, Dom Cândido, Don Laurindo, Lídio Carraro, Nova Aliança, Perini, Salton, Sanjo, Valdemiz, Valmarino, Vinícola Góes.

Nós sabemos o que vivemos, tudo que ouvimos, os compromissos que assumimos (e que cumprimos integralmente), os compromissos que assumiram conosco (e que não foram cumpridos) e dormimos em paz com isso. Nossos princípios de seriedade foram honrados até o ultimo minuto, mesmo com os que não retribuíram na mesma moeda.

Aqueles que acompanharam conosco esse conto-de-fadas-sem-final-feliz sabem perfeitamente que este relato é a mais pura e triste verdade.

Nessa jornada fizemos grandes amigos por quem continuaremos a ter o maior respeito e carinho, mas também aprendemos da forma mais difícil sobre a mediocridade da alma humana quando contaminada pela doença da vaidade e da defesa aos interesses próprios.

Essa é a despedida do Site do Vinho Brasileiro. Não sentiremos saudades.

08/05/2012

Wine Tour - INTERFOOD




A importadora Interfood realizou sua primeira feira de vinhos denominada de Wine Tour e ela foi um verdadeiro sucesso devido aos fantásticos vinhos oferecidos, ao local escolhido e a boa organização, sempre lembrando que o ingresso pago podia ser revertido em vinhos. É realmente gratificante ver como o portfólio desta importadora cresceu e melhorou, já contando com diversas marcas ícones em suas regiões de origem. Para aqueles que tiveram o prazer de comparecer, devido a grande oferta de vinhos, deve ter faltado  tempo para poder provar todos os grandes vinhos lá presentes. Particularmente não pude permanecer por lá muito tempo pois era o dia de uma das degustações que organizo para a Revista Go Where Gastronomia e devido a este pouco tempo disponíve, achei mais conveniente focar apenas em duas origens, a Itália e a França. Vamos a alguns de meus favoritos

 Schiopetto Pinot Bianco 2009.  – Palha verdeal. Flores brancas, pêra, pêssego e toque mineral. Na boca alta acidez, seco, quase tânico, sensação causada pelo tempo de contato com contato com cascas, bom corpo e final de boca com frutas brancas e toque de amêndoas Nota 90/100








Giuseppe Cortese Barbaresco Rabajá 2001 – Granada, ralo, leve halo. Floral, sottobosco, ameixa, tostado bem integrado. Elegante, austero, ótima acidez, taninos firmes e finos, corpo m;edio e persistência longa retrogosto fruta seca e alcaçuz. Nota 92/100

Rocche dei Manzoni Barolo Big D’Big 2000 – Granada , média concentração, halo de evolução. Complexo, violeta, frutas cozidas, ameixa preta, funghi, sottobosco, e chocolate amargo. Na boca, ótima acidez, taninos intensos finos, corpo médio, persistência longa e retrogosto terroso. Nota 92/100








Comte Audoin Dampierre Brut Cuvée dês Embassadeurs  Grand Cru – Dourado, espuma densa, perlage intensa, bolhas pequenas. Olfativamente complexo, nozes, amêndoas, fermento, frutas brancas, tostado. Na boca ótima acidez, corpo médio, perlage presente, persistência longa, fresco e final de boca austera. Nota 92/100







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